Os seus proprietárlos resolveram vendê-lo, apareceu uma sociedade para, em seu lugar, construir novo prédio, e a Câmara, impotente, aprovou por maioria (um voto contra) o ante-projetco da nova construção. Em seu lugar nascerá um edifício que incluirá um novo cine-teatro com menos lugares mas com palco idêntico, e um centro comercial. Não há mais nada a fazer...
Espinho Vareiro, 25 de fevereiro de 1983
