Paramos foi a última freguesia do concelho a ser anfitriã do plenário da AM. A falta de equipamento de fotocópia fez atrasar, e complicar, os trabalhos de discussão do novo organigrama dos serviços municipais e do novo quadro de pessoal.
Devido às deficiências técnicas existentes (foi precisó deslocar-se um carro à Câmara para fazer fotocópias), aproveitou-se esse tempo para discutir uma acta de uma sessão atrasada, que, no entanto, não foi votada, por ter sido verificadas omissões e distorções em relação ao que se tinha passado. Continuando a tentar ocupar o tempo de ida a Espinho fotocopiar os diversos documentos de antes da Ordem do Dia, entrou-se nas perguntas ao Presidente, na circunstância substituido por Elsa Tavares, já que o presidente estava ausente em Bruxelas onde foi assinar o protocolo de um projecto de informatização geográfica ao abrigo do programa comunitário RECITE. JOGAR EM CASA Carvalho e Sá, jogando em casa, foi o primeiro a usar da palavra para colocar várias questões. Assim, o Aeródromo, os esporões da praia, a escola do Monte, Bairro da Lomba, Complexo Desportivo e o Cemitério foram os principais perguntas feitas à Câmara. Elsa Tavares respondeu a algumas de que tinha conhecimento, deixando para Romeu Vitó a resposta às ontras. Resumindo não há verbas para o Bairro da Lomba e os esporões.
PRESIDENTE EM BRUXELAS
Carlos Gaio (PS) entrou a matar quanto à ausência do Presidenta, começando por dizer que « o Presidente já não é globetrotter. O Sr. Presidente não viaja: plana, é um verdadeiro supersónico». De seguida pediu informações sobre a devolução do processo de reconversão da piscina, dos efeitos imediatos da visita da assessora da Alta Autoridade Contra a Com•pção, sobre o ponto da situação do Plano Director Municipal, e da conservação do Castro de Ovil. Ficamos a saber que o Plano Director vai ser apresentado ao público em Junho ou Julho e que o Castro de Ovil está a ser objecto de uma completa operação de limpeza. (…)
Octávio Lima
Espinho Vareiro, 28 defevereiro de 1992.