A CONSTRUÇÃO CLANDESTINA É, MESMO, REAL!

Não se escandalizem, caros leitores, ao afirmarmos que a construção clandestina, em Espinho, é mesmo real. É que estamos em condições de o afirmar publicamente.
Já em tempos, acompanhados de outros amigos (e por acaso até se tiraram umas fotografias) assistimos à construção progressiva duma vivenda e dum armazém para servir de fábrica de tapeçarias. Denunciámos, foi lá a fiscalização, mas virava costas e a construção continuava. Hoje, ali está bem de pé, pois nunca o camartelo se dignou colocar as coisas no seu lugar.
Agora fomos chamados a ver, pessoalmente, uma obra que se está a realizar em determinado quintal (dizem que clandestinamente) no Norte de Espinho. A fiscalização vai lá, mas vira costas e dá-se o costume: a construção continual...
Enfim... coisas da fiscalização... (como dizem os telenoveleiros)!
Observador «Z»
Espinho Vareiro, 20 de março de 1992.