DECLARAÇÃO
Manuel da Cunha Folha e esposa Adelaide Oliveira Dias vêm publicamente alertar a opinião pública espinhense, para o facto de um seu vizinho estar a construir uma casa clandestina que lhe vai prejudicar a sua habitação, tirando-lhe o sol e devassando a sua vida privada através das janelas.
Apesar da fiscalização da Câmara e dos jornais locais já terem alertado para ofacto, e do Senhor Presidente da Câmara disso ter conhecimento, as obras continuam impunemente, pelo empreiteiro Lino Padrão.
Do assunto já foi dado conhecimento aos partidos políticos locais e ao senhor Presidente da
Assembleia Municipal em 21 de Abril passado, numa última tentativa para que o assunto possa ser resolvido a nível local.
Espinho, 4 de Maio de 1992. a) Manuel da Cunha Folha
Espinho Vareiro, 8 de maiode 1992
