As conclusões da inspecção administrativa ordinária à Câmara espinhense, e a proposta dos inquiridores, são factos que não deixam dúvidas quanto à sua gravidade, tal como foi deduzido no inquérito extraordinário feito na mesma altura ao caso da construção da bancada sobre a Avenida 8. A Câmara, reconhecendo as ilegalidades apontadas, pediu ao Ministro perdão, o que equivale a pedir a institucionalização das ilegalidades, conscientemente cometidas come :nos casas de compadrid desbrajado em admissão de pessoal.
Daqui p'rá frente a Câmara promete (que remédio) cumprir estrictamente a legalìdade democrática e não lhe vão faltar oportunidades como em determinados casos de postos de trabalho que vão ser postos a concurso por terem terminado os contratos a prazo...
Espinho Vareiro, 30 de junho de 1989