CITAÇÕES DA PRIMAVERA 1997
Amadeu Morais (PSD)
«Não serei candidato a coisa nénhuma» (Assembleia Municipal, 9.5.97)
«É inaceitável que a Câmara mantenha silêncio sobre pedidos dos municipes» (AM 16.5.97)
Carlos Gaio (PS)
«Não seja vigarista!» (Assembleia Municipal, 9.5.97, para Jorge Carvalho, na discussão do contrato de concessão de distribuição de energia eléctrica com a EDP)
Jorge Alves (PSD)
«A Câmara não faz nem deixa fazer» (Assembleia de Freguesia de Anta, 29.4.97)
Jorge Carvalho (CDU)
«O PS quer agradar a ... e a Troianos. Isto é, prometeu, fez as leis mas parece que não se quer comprometer com a sua execução» (Assembleia Municipal, 3.4.97 — debatendo moção de apoio à luta dos trabalhadores pela semana de 40 horas de trabalho semanal).
«Se a Câmara não exerce o poder, é melhor fechar para balanço» (AM, 30.4.97 — sobre a inoperância da Câmara na questão da remoção da sucata da Cavada Velha e dos aterros da Rua Nova)
«Se um Conselho de Administração de uma empresa privada apresentasse 45% de execução do seu Plano de Actividades, teria de ser substituída por outra que provasse que conseguia executá-lo igualmente» (AM 23.5.97)
José Mota (PS)
«Há 60% de hipóteses de resolver problema de segurança da Pensão Particular» (AM, 30.4.97) «Em termos de linha férrea já se fez muito. Nós conseguimos deitar um presidente da CP abaixo, o que não é fácil («MV» 8.5.97)
«Quando vim para a Câmara, Espinho não estava no mapa turístico. Hoje quando em Lisboa se fala do país, as pessoas lembram-se de Espinho» («MV» 8.5.97)
«No final de 1998, teremos o planetário, teremos um cinema com uma sala para grandes realizações de carácter cultural» («MV» 8.5.97)
Manuel Natário (Sucateiro)
«Espinho é uma lixeira. O lixo que recebo é da Câmara Municipal de Espinho. A minha sucata é um jardim». (AM, 30.4.97)
Octávio Lima
Espçinho Vareiro, 13 de junho de 1997