Segundo consta nos meios afectos à Académica, as acções que levaram à instalação das máquinas «chupa-moedas» no Folhetas Astória, foram um mimo do esperteza.
O presidente do clube diz que a colectividade não tem nada a ver com o caso e que só lhe foi prometida uma percentagem.
No entanto foi apresentado ao delegado dos espectáculos local um requerimento do clube, carimbado e assinado.
O Governador recebeu o presidente (pelo menos assim se intitulou) em audiência.
As máquinas, que entraram pela Alfândega de Aveiro, estiveram retidas, mas foi invocado o nome de um antigo dirigente da colectividade, e responsável alfandegário, para as carregar para cá.
Afinal o Clube está conivente ou não?
A Vassoura (49)
Espinho Vareiro, 24 de junho de 1983